Movimento sindical solicita o pagamento do PRB e banco nega

Após solicitação do movimento sindical, o Bradesco negou o pagamento da parcela fixa do Programa de Remuneração Bradesco (PRB). Segundo o banco, a decisão foi baseada em “insegurança fiscal e jurídica”, argumento apresentado durante reunião com a representação dos trabalhadores, que defendia a liberação do valor aos empregados.
A negativa ocorre em meio a um cenário de forte resultado financeiro da instituição. O Bradesco encerrou o último exercício com lucro líquido recorrente de aproximadamente R$ 24,6 bilhões, crescimento de cerca de 26% em relação ao ano anterior, consolidando uma sequência de recuperação da rentabilidade do banco.
Para o movimento sindical, a decisão evidencia uma contradição: enquanto o banco registra lucro bilionário e melhora seus indicadores financeiros, trabalhadores seguem enfrentando incertezas sobre remuneração variável e reconhecimento financeiro. A cobrança da COE foi justamente para que parte desse resultado se refletisse no pagamento do PRB aos empregados.
O caso reforça o debate sobre distribuição dos resultados no setor bancário. Mesmo com desempenho robusto, a negativa do pagamento amplia a pressão sindical por revisão das políticas de remuneração e maior valorização dos trabalhadores, apontados como fundamentais para os resultados alcançados pela instituição.
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