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PROTESTOS E MANIFESTAÇÕES CONTRA DEMISSÕES NOS BANCOS BRADESCO, ITAÚ E SANTANDER

Ícone Calendário15/10/2020
 PROTESTOS E MANIFESTAÇÕES CONTRA DEMISSÕES NOS BANCOS BRADESCO, ITAÚ E SANTANDER

 

 

 

 Os sindicatos em todo o país fizeram protestos, manifestações e paralisações contra as demissões nos bancos, nesta quinta-feira (15/10). Os três maiores bancos privados do país – Itaú, Bradesco e Santander – lucraram R$ 68,8 bilhões em 2019 e R$ 21,7 bilhões no primeiro semestre deste ano, mas insistem em demitir os bancários em plena pandemia de Covid-19.

Além dos protestos do tuitaço com a hashtag #QuemLucraNãoDemite, os Sindicatos de Bancários da Bahia e a Federação da Bahia e Sergipe paralisaram a Regional Bradesco, e realizaram protestos em agências de Santander e Itau, em Salvador.

Em Feira de Santana, o Sindicato dos Bancários, além de também participar dos atos em Salvador, (com as presenças dos diretores José Venas e Florencio Mattos), percorreu  as ruas da cidade, onde existem agências do Bradesco, Itaú e Santander, em cima de um mini trio coberto de  faixas contendo frases de repúdio às demissões, onde os diretores se revezavam no microfone denunciando as ações dos bancos que demitem, praticamente extinguem o atendimento presencial dos caixas(Bradesco e Santander) e a consequência disso é a sobrecarga de trabalho, o que promove ainda mais o adoecimento dos trabalhadores, como também a piora no atendimento com destaque para a prática do banco em dificultar o acesso dos clientes ao interior das agências, quando são "orientados" a utilizarem as máquinas de autoatendimento ou procurar os correspondentes bancários.

Para Sandra Freitas, presidenta do Sindicato dos Bancários de Feira: É um absurdo o que os bancos vêm fazendo com os empregados e também com a população. Os bancos continuam lucrando bilhões mesmo com a pandemia e, de forma desumana, eliminam postos de trabalho, descumprindo um acordo de não demitir durante a Pandemia, sobrecarregam e adoecem os trabalhadores e deixam a população se aglomerando nas portas e estacionamento das agências, por horas e horas, devido ao número cada vez menor de funcionários para dispensar um atendimento digno.

O movimento sindical não irá se calar diante desses desmandos e conta com o apoio da população para denunciar ao banco central o péssimo atendimento que estão recebendo nas agências, devido a prática nociva dos bancos ao demitirem pais e mães de família durante o período tão crucial para o ser humano e para economia do Brasil”.

As ações fizeram parte do Dia Nacional de Luta Contra as Demissões e em Defesa dos Empregos. O Santander demitiu cerca de 1,5 mil funcionários, entre caixas e gerentes gerais, além de colocar para fora empregadas grávidas com estabilidade. Em Feira, o Santander demitiu 08 empregados.

O Bradesco já demitiu apenas nos últimos 15 dias 939 trabalhadores. Em Feira de Santana já foram 10. No Itaú, os desligamentos já atingiram mais de 400 empregados em todo o país e já começou também em Feira. Com lucratividade bilionária, os bancos têm que honrar o compromisso de manter os empregos da categoria, principalmente durante a pandemia. A mobilização não vai parar.

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