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SANTANDER LUCRA R$ 14,5 BI EM 2019, DEMITE E CAUSA PÂNICO EM AGÊNCIA

Ícone Calendário19/02/2020
SANTANDER LUCRA R$ 14,5 BI EM 2019, DEMITE E CAUSA PÂNICO EM AGÊNCIA


 

O Santander explora funcionários e clientes, reduz investimento nas agências, inclusive tirando equipamentos de segurança dos locais, e colhe o resultado com o aumento do lucro. Uma falta de responsabilidade social.

O banco obteve lucro líquido de R$ 14,55 bilhões no ano passado. Um recorde. O crescimento frente a 2018 foi de 17,4%. No quarto trimestre, o ganho gerencial foi de R$ 3,726 bilhões, elevação de 9,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Para alcançar números tão positivos, a direção do banco espanhol barbariza. Pressiona e assedia os funcionários, desrespeita jornada de trabalho, descumpre a legislação bancária e demite. No período, foram cortados 1.633 postos de trabalho. Também cobra tarifas e juros altíssimos aos clientes. Não é a toa que o lucro cresce a cada ano.

“Doação” com desconto na PLR dos funcionários

Depois de tentar obrigar os funcionários a fazerem caridade em nome do banco(doação  de 1% da PLR), o Santander cancelou todas as doações e acusa o movimento sindical pela interrupção. Ou seja, além de se mostrar autoritária, a empresa ainda usa do cinismo para ludibriar as pessoas.

Em nota enviada aos funcionários nesta terça-feira (12/02), o banco espanhol disse que não poderia seguir com o "modelo proposto" por causa das ações movidas pelos sindicatos, e que o valor de 1% que seria descontado do salário dos trabalhadores seria semelhante à contribuição sindical.

A postura é imprudente, porque além de jogar para os sindicatos, o Santander ainda tenta criar uma rivalidade entre representantes e trabalhadores. Absurdo. Sem falar que, mesmo interrompendo as doações, o banco continua contrariando a decisão judiciária favorável aos sindicatos, a qual só permite o desconto em caso de autorização expressa dos funcionários.

Retirada de porta giratória e seguranças

Se não bastasse tudo isso, a banco retirou a porta giratória e os vigilantes da agência JJ Seabra piorando ainda mais as condições de trabalho dos já adoecidos funcionários que, além de todo o sufoco que passam nas agências com as cobranças e pressões para venda de produtos, ainda têm que conviver com o medo de a qualquer momento serem abordados e até agredidos por clientes inconformados com a demora ou com alguma inconsistência em sua conta(coisa corriqueira nas agências), como também por marginais que não sabem que naquele estabelecimento não são feitas transações em dinheiro, pois ali existem os caixas eletrônicos.

O Sindicato, através dos diretores Helminton  e Edmilson, fez uma visita ao local e presenciou o medo dos funcionários com relação a vulnerabilidade que se encontram.

O nosso departamento jurídico encaminhou ofícios ao PROCON, Ministério Público e Polícia Federal, denunciando o descumprimento da LEI MUNICIPAL que obriga o uso da porta giratória e a presença dos vigilantes em agências bancárias, como também entrou com uma ação coletiva em favor dos funcionários.

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