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BANCOS PÚBLICOS PUXAM A FILA DAS PRIVATIZAÇÕES

Ícone Calendário31/07/2019
BANCOS PÚBLICOS PUXAM A FILA DAS PRIVATIZAÇÕES

 

 

Privatizar as estatais. Dar de mão beijada o patrimônio nacional. O presidente Bolsonaro nunca escondeu o viés entreguista e a real intenção do mandato. O capital acima de tudo e todos. Em apenas 200 dias, os bancos públicos puxaram a fila de venda de ativos. No total, foram R$ 16 bilhões.

A orientação da equipe econômica do governo é vender os ativos porque "não quer competir com banqueiro". O secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar, não esconde a vontade de desestatizar o crédito no Brasil, reduzindo o tamanho das instituições públicas.

Para piorar, novas vendas já estão engatilhadas. O objetivo é bater a meta do governo de alcançar US$ 20 bilhões em privatizações só este ano. Além de negócios do sistema financeiro, as operações incluem a participação dos bancos públicos em empresas de outras áreas, a exemplo de energia, saneamento, logística.

Na Caixa, por exemplo, único banco 100% público do país, estão previstas mais 15 operações, segundo o presidente Pedro Guimarães. O objetivo é arrecadar R$ 15 bilhões em 2019. Vale lembrar que no primeiro semestre já foram R$ 10 bilhões, por meio da venda de ações do ressegurador IRB Brasil Re e da Petrobras.

Negócios de seguros, cartões, lotéricas e gestão de recursos na Bolsa, além da venda das participações detidas pelo FI-FGTS (Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) estão na lista de oferta.

No Banco do Brasil não é muito diferente. Estão no balcão de negócios, a empresa de recuperação de créditos vencidos, a Ativos, o banco Votorantim, BB Americas, além do argentino Patagônia.

O BB já vendeu a participação na Neoenergia, que rendeu R$ 1,775 bilhão. A instituição também saiu do IRB Brasil Resseguros) através de uma venda de ações em Bolsa, que levantou R$ 4,181 bilhões.

A empresa ainda encerrou as atividades da BBTur e vendeu, junto com o BNDES, a fatia que tinham na SBCE (Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação) por R$ 3,27 milhões.

Fonte: SEEB/Ba

 

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