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POUCAS RESPOSTAS EM NEGOCIAÇÃO DO SANTANDER

Ícone Calendário14/12/2018
POUCAS RESPOSTAS EM NEGOCIAÇÃO DO SANTANDER

 

 

O clima no Santander não vai bem. Constantemente, os funcionários são surpreendidos com medidas abusivas, como o reajuste do plano de saúde e a criação do Cargo Único. Embora muitas medidas venham sendo questionadas, a organização financeira se esquiva de quase tudo.

Foi o que aconteceu na reunião entre a COE (Comissão de Organização dos Empregados) e a direção da empresa, realizada nesta quinta-feira (13/12), em São Paulo. Sobre a revisão no vale transporte, o Santander alega que precisa de recadastramento e orienta ajustes nos percursos. Enquanto isso, os funcionários pagam cada vez mais caro pelos deslocamentos.

Sobre a proposta de criação de Cargo Único, que transforma o bancário em trabalhador multifuncional, o movimento sindical questiona a medida e chamou a atenção para a possibilidade de extinção de funções como caixa, causando um prejuízo a toda sociedade. A proposta teria como pré-requisito o CPA10, um curso para formação de gerentes, reforçando a ideia de que funções deixariam de existir.

O reajuste de 20% no plano de saúde também causa dor de cabeça. O aumento é muito alto, sobretudo se comparar ao reajuste salarial da categoria, de 5%, o que compromete o orçamento. A COE lembrou que chegará o momento, se a progressão for mantida, em que os funcionários irão desistir do convênio, por ser caro demais.

Outro tópico importante sobre o plano é a coparticipação. "Cobramos um limite de pagamento para os usuários e o restante deve ser assumido pelo banco", destaca o diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, presente no encontro. Os trabalhadores com doenças crônicas também deverão ter um limite. Neste quesito, a direção da empresa ficou de analisar a proposta. A próxima reunião está marcada para 29 de janeiro.

Também foi debatido, o Work Café, um modelo de agência sem caixa, presente em shoppings e com terceirizados à frente. Além da carga horária estendida, a nova forma de atendimento representa um grande risco aos bancários, podendo ser um passo para extinção.

Fonte: SEEB/Ba

 

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