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TRABALHO INFORMAL FRAGILIZA A PREVIDÊNCIA

Ícone Calendário11/10/2017
TRABALHO INFORMAL FRAGILIZA A PREVIDÊNCIA

 

 

Nos últimos dois anos, o número de trabalhadores fora do mercado formal cresceu 2,6%. O índice compromete a sustentabilidade do regime previdenciário e foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa de informalidade é a mais alta registrada pelo IBGE, desde 2012.

O impacto no aumento do trabalho informal foi avaliado pelo presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Adilson Araújo. "Os dados só comprovam a denúncia que a CTB vem fazendo de que as reformas têm como um dos seus objetivos desmantelar a Previdência Social e condená-la à privatização".

O dirigente ainda alerta que a reforma trabalhista vai minar a Previdência ao asfixiar as fontes de sustentação, além de impactar negativamente na saúde e na sobrevivência de cerca de 4 mil municípios.

Segundo informações da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, 72,5% da população ocupada com idade entre 16 a 59 anos está socialmente protegida pela Previdência. Em 2015, o IBGE mostrou que parte dos desprotegidos, com capacidade contributiva, está no mercado informal, principalmente em áreas como a construção civil e serviços.

Os trabalhadores informais de baixa renda poderão se enquadrar nos requisitos do BPC (Benefício de Prestação Continuada) com o avanço da precarização. O BPC não exige contribuição ao longo da vida. O benefício social representou 0,8% do PIB em 2016 junto com as rendas mensais vitalícias.

Fonte: SEEB/Ba

 

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